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VazamentoBrasil3 min

Polícia do DF mira grupo que teria lucrado R$ 7 milhões vendendo dados de brasileiros.

A plataforma cobrava mensalidade para consultar nome, CPF, endereço e até processos judiciais de qualquer cidadão. Os dados vinham de vazamentos e de falhas em sistemas públicos.

Pilha de discos rígidos apreendidos sobre uma mesa neutra sob luz difusaRevenda de dados
Imagem ilustrativa

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou na manhã de 24 de setembro de 2026 uma operação contra um grupo suspeito de vender dados sigilosos de milhões de brasileiros. Entre março de 2021 e este ano, o grupo teria faturado mais de R$ 7 milhões, segundo as investigações. Agentes cumprem 13 mandados de prisão e de busca e apreensão em seis estados.

A plataforma cobrava mensalidade para que usuários consultassem uma base composta por nomes, CPFs, CNPJs, filiação, endereços, documentos e até processos judiciais de qualquer cidadão. A Polícia Civil afirma que os dados vinham de vazamentos e da exploração de vulnerabilidade em sistemas de órgãos públicos, conselhos profissionais e operadoras de telefonia.

A Justiça determinou o bloqueio de R$ 7 milhões em bens dos investigados e a retirada do site do ar. A operação foi deflagrada no mesmo dia da publicação e a apuração segue em curso: não há, até aqui, condenação.

A leitura da BeSafe

Essa é a prateleira onde o atacante compra o pretexto. Quando nome, CPF e endereço custam uma mensalidade, a ligação que o seu time vai atender amanhã já começa com informação verdadeira, e o procedimento é a única coisa que ainda separa o pedido legítimo do falso.

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