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VazamentoEstados Unidos e Índia4 min

O vazamento da Coinbase começou dentro do suporte: atendentes subornados.

Uma funcionária foi flagrada fotografando a tela com o celular pessoal. Dois atendentes admitiram repassar dados de clientes em troca de pagamento, dados depois usados para golpes contra esses mesmos clientes.

Celular erguido fotografando a tela desfocada de um computador em uma baia escuraInsider subornado
Imagem ilustrativa

Criminosos subornaram atendentes de suporte da TaskUs, na Índia, para extrair dados de clientes da Coinbase. A fraude foi descoberta em janeiro de 2025, quando uma funcionária foi flagrada fotografando a tela com o celular pessoal; dois funcionários admitiram repassar informações em troca de pagamento.

Os dados não foram vendidos em lote e esquecidos. Foram usados para golpes de engenharia social contra os próprios clientes da corretora, que passaram a receber contatos com informação verdadeira o bastante para soar legítima.

Os extorsionários pediram US$ 20 milhões para não publicar o material. A Coinbase recusou, notificou cerca de 70 mil clientes e estimou o custo do episódio em até US$ 400 milhões.

A leitura da BeSafe

Aqui o vazamento é o combustível, não o incidente. O dado roubado volta como pretexto verossímil na ligação seguinte, e é contra esse pretexto, não contra o roubo original, que o procedimento do atendimento precisa ter sido treinado.

Leia a reportagem originalBleepingComputer

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